Quando me desnudo do egoísmo,
sinto que um fardo pesado se desprende...
O peso de uma vida moldada,
onde tudo se faz pelo olhar do outro figurado.
O egoísmo tem dilacerado minha alma,
há muito tem feito de mim um escravo do material...
Como é doentio o egoísmo pois ele distancia,
o egoísmo há muito me afastou da empatia.
O admirar do mundo hoje se faz possível,
a partir de então o egoísmo tem se tornado passado...
Poder encarar a vida de forma singular,
onde o que vale é o desapego e o amar.
Tenho me desnudado do egoísmo,
porém essa luta sempre me acompanhará...
O egoísmo é adversário persistente e cotidiano,
lutarei mesmo que seja necessário todo esse ano.