Na vida me deparo com realidades,
realidades que me lançam ao limbo...
Conceber-me como alguém na multidão,
que mesmo rodeado está em solidão.
Uma solidão procurada,
que da primeira vez se mostrou atraente...
Fui enganado então por ela,
e hoje pela mesma solidão minha vida é moldada.
Uma solidão que extrapola o estar solitário,
mas uma solidão de essência e alma....
Penso cotidianamente em como voltar ao que era,
voltar ao meu eu onde a felicidade não era quimera.
Nesta solidão que hoje enfrento,
ela me faz até isto questionar...
O maior mal que ela deixou à mim,
foi o correr da esperança na possibilidade de amar.