Tantos e outros mundos prováveis,
e eu perdido neste aqui...
Perdido em um mundo que não é meu,
onde tanto em mim já morreu.
Percorrendo caminhos desconhecidos,
onde nada se faz cor e tudo é silêncio...
Estou de teimoso tentando escapar,
tentando ao horizonte ultrapassar.
Sei da existência de outros lugares,
mas me vejo preso à este cotidiano...
Os dias passam de forma à lacerar,
meu corpo sente cada segundo deste estagnar.
Como que acorrentado eu vivo,
este mundo sendo cárcere, mesmo eu aparente...
Mesmo aparentemente eu estando livre,
vivo neste mundo mas como quem aqui nunca esteve.