No silêncio eu tenho vivido,
encarado minhas dores de frente...
Feridas que aumentam em intensidade,
dores que crescem gradativamente.
Neste silêncio sou eu e eu mesmo,
aprendendo a viver sem nenhuma expectativa...
Olho ao horizonte e não vejo apoio,
procuro mas eu sou o meu próprio socorro.
E a forma como que tudo encaro,
é vivendo esta melancolia de forma a aceitar...
A solidão e a melancolia me afrontam,
e assim sigo na contagem regressiva deste respirar.
No corpo que sangra assim como o coração,
no coração que se vê oprimido eu continuo...
A solidão cobra todos os dias minha teimosia,
vivo neste silêncio dia após dia.