Tenho questionado o quanto,
o quanto de Humanidade ainda vive em mim...
O quanto em minhas veias corre dessa essência,
assim como quando de sublime em mim é permanência.
Meu questionamento se dá em função,
questiono em detrimento de minhas lágrimas...
Mediante tantas dificuldades e dores,
questiono o quanto ainda sou capaz de admirar as flores.
Aos poucos parece que tudo diminui,
diminuiu a humanidade que me permitia sonhar...
Queria ter a certeza de que ela não me abandonou,
que tudo vá embora, quero saber que a Humanidade ficou.
Será que a Humanidade está vívida em mim?
vívida à ponto de continuar esperando...
Será que restou em mim Humanidade para que,
para que continue com a perfeição sonhando.