Por entre estradas na noite,
na escuridão...
Tudo é silêncio, tudo machuca,
na estrada é o 'eu' que preocupa.
Sou levado a escutar,
minhas dores se transformam em feridas...
Feridas na alma a latejar,
na noite sinto a alma sangrar.
Tudo vem com o silêncio,
não há quem socorrer muito menos me notar...
Minha alma sangra sem saber,
sem saber como disto escapar.
Nas estradas de minha vida,
eu sigo como sem saber para onde...
Onde chegar ou que horizonte alcançar?
no silêncio do caminho estou a me apagar.