Todos os dias me acompanha o pensamento,
quem na verdade eu sou?
Há muito imaginei ser o que tenho,
mas nisto nunca me encontrei à contento.
Minha alma sempre ansiou por mais,
nunca entendi porque da mácula do material...
Coisas materiais que são passageiras,
enquanto o meu eu procura algo não banal.
O amor me veio como falsidade,
falsidade de interpretação que o mundo me legou...
ConstruÍ uma falsa idéia de amor,
essa mesma idéia que até hoje me causa dor.
Meu eu busca pelo inexplicável,
não sei como descrever mas é algo maior...
Não sou este corpo e estas necessidades,
vivo e sou porenquanto a mera futilidade.