Quanto me tortura o cotidiano,
quanto o repetir me é nefasto...
Levantar, viver e dormir,
Deve haver algo à mais neste existir.
Vejo sobre meus olhos tudo passar,
as personagens que vivo assim como o mundo...
Quanta gente igualmente cruza meu caminho,
mas com sorrisos vazios quase que se esvaindo.
E assim tudo se repete,
o relógio toca e tudo mais uma vez...
Estou com o rato na roda a girar,
a vida passando e eu aqui a desperdiçar.
Sou torturado por esta reprise,
espero porém ainda ter a ciência do porque...
Será que eu sou o erro e motivo deste pesar?
ou será que ainda deste ciclo irei escapar?