Tudo que olho à minha volta,
tudo se mostra tão indiferente...
Na mesma medida a futilidade,
somente mostra de todos a falsidade.
Mas o que me coloca perante a parede,
é o identificar da minha própria falsidade...
Eu mesmo vivo em máscaras sociais,
vivo um mundo que inexiste ou jaz.
Minha vida a cada instante se quebra,
as falsas identidades são prejudiciais...
Abandoná-las seria o remédio não?
mas como abandonar se infecdo está o coração?
Vivo sendo que nunca fui,
sou hoje o que apenas imaginei...
O mundo exterior com máscaras à se aproximar,
não me perturba tanto quanto a que estou a usar.