Os fantasmas que me assolam,
chegam à meus ouvidos para aterrorizar...
Sussurram em meus ouvidos o temor,
sussurram o medo e a possibilidade da dor.
A dor que convive em mim,
que há muito encontrou em mim morada...
A dor da indiferença que persiste,
a situação de uma vida desestruturada.
Tais fantasmas me assediam,
fazem de mim alguém sempre atento...
Não consigo ignorar meus medos e fobias,
a felicidade em mim sempre foi fugidia.
Não consigo simplesmente não notar,
os fantasmas fazem parte de meu elã vital...
Por meus caminhos estão à meus ouvidos soprar,
tudo é tão temporário quando medos estão a assolar.