Penso em todas as qualidades,
em tudo que ela possa desejar...
Mas quem sou eu neste contexto?
sou nada que esta mídia venha a ditar.
Sou nada nestas exigências,
muito menos o que a moda exige do mundo...
Sou o nada e também o pouco a oferecer,
não tenho o fútil assim como sou o nada profundo.
Não tenho o material,
muito menos o que nesse mundo me enquadrasse...
Corro na contra mão do que ela pudesse esperar,
sou a extinção do que esse mundo venha a cobrar.
E assim eu penso na possibilidade,
será que ainda no radar dela eu venha a figurar?
Sou o nada perante este mundo,
sou e nada tendo 'deste mundo' à ela ofertar.