O tempo sempre foi meu carrasco,
fazendo de mim alguém escravo da dor...
Escravo de uma sensação inaudita,
preso à uma corrente não vista.
Preso a está corrente de tempo que,
todos os sonhos acabam por se desfazer...
De início tudo é belo mais eis que então,
o tempo passa e com ele se forma a ferida no coração.
Quando olho no espelho não vejo ninguém,
meus sonhos se desfazem com cruel facilidade...
O tempo tira de mim todas as expectativas,
o tempo como sinônimo de crueldade.
Tentei há muito ficar indiferente,
mas apenas consigo o tempo reconhecer...
O tempo como a única força que determina,
a força em que minha energia do coração definha.