O som diminui,
quase não mais há ruído...
Tudo se faz penumbra e lusco fusco,
a vida reduzida ao meu absurdo.
Não entendo o porque de toda busca,
então porém a ausência do sentido...
O absurdo que me toma é indescritível,
caminha o niilismo no mesmo passo comigo.
No absurdo do viver não vejo,
nada se faz alegria nesta repetição...
O som se extingue assim como a luz,
tudo é nada neste brilho que não mais reluz.
Até pouco tempo queria avançar,
mas no hoje não há nada nem porque...
A ilusão me abandonou e gestou a solidão,
o absurdo que avança como sinônimo de desolação.