Caminhei por estradas vazias,
colecionando silêncios e sóis.
Mas nenhuma paisagem era inteira
quando não havia alguém ao lado.
Descobri que a alegria sozinha
é como uma fogueira na montanha:
aquece por um instante,
mas não vence a noite.
A felicidade precisa de olhos,
de mãos, de risos e partidas.
Precisa ser dividida
para aprender a permanecer.
E então compreendi, finalmente:
não é o caminho que nos salva,
mas quem encontra nosso coração
enquanto caminhamos.